True Blood: 8 dias!

junho 5, 2010

Quem está ansioso(a) diga BITE ME, ERIC.

(via sinfultragedy)

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Lost – series finale

maio 23, 2010

Pois é, amiguinhos.. amanhã acaba Lost. O blog também parou nesse período, mas vou tentar reativá-lo. Dani? Nanda? Enfim..

Olha, falar a real: achei essa última temporada fraca, se continuasse diria que foi a piorzinha. Acredito que todo mundo esperava muitas respostas etc e tal. Lógico que o tchan eles vão deixar para amanhã. Mas foram poucos episódios que eu falei “uau” e muitos que pensei “que merda”. E é triste isso, porque geralmente ficava super animada com Lost, né? Acabava um episódio e já queria outro.. nessa temporada só quando o Desmond aparecia era uma garantia que a coisa seria boa. Senti falta do Locke também. Mas chega de mimimi porque esse seriado estará no meu coração para sempre. Veja Promo trailer do 6×17/18:

buh-bye!

Ah, e logo True Blood volta aeeer (depois faço um post).

Essa é não é de agora, mas já viram?

O Sheldon seria um bom hipster.

(foto via sheldoncooper.tumblr.com)

BOMBA!

fevereiro 12, 2010

Na real nem é, ahahaha. É só bacana mesmo.

Meu amigo e ex-colega de  trabalho Thiago foi passar janeiro no Havaí (muito chato, dizaí). E como bom Lostie foi visitar o que podia, CA-LARO.

Olha ele aí na praia que o avião caiu!

Ele contou que existe uma lei no Havaí que não permite nenhum tipo de construção ou apropriação privada nas praias. Então quando a filmagem acaba a produção guarda toda a fuselagem do avião numa outra parte da ilha, e quando precisam filmar colocam tudo de volta na praia. Haja paciência, hein.

Conhece?

Foi onde o Michael lokaum de dogras construiu A MOTHERFUCKIN JANGADA, BITCH.

Acampamento dos sobreviventes

Olha um pedaço da fuselagem aa

Aquela ali atrás não é a cadeira do Sawyer?

Entrada da vila dos outros

Sim, ele foi na Dharmaville! Aparentemente a vila dos outros fica no YMCA de Oahu, e você pode dormir nas casinhas por 10, 12 dólares a pernoite (se você tiver a carteirinha).

CASA DOS OUTROS OMFG

Não, não tá suja porque foi depois do purge hahaha. Ele falou que é tudo bem sujo e não recomenda ficar lá, porque é realmente meio nojento. Só uma casinha delas é arrumada e é onde eles gravam todas as cenas das casinhas (SAFADOS!), e nessa obviamente não tem pernoite.

Obviamente depois de ele contar tudo isso eu já cheguei “E AÍ VIU O SAWYER?”, mas não. Ele só viu produtores. Falou que as filmagens parecem coisa de serviço secreto, os atores chegam em várias vans todas pretas e, após o desembarque, eles cercam a área inteira com essas vans e você não consegue enxergar nada. Tudo pra manter o mistério né.

bazinga! i don’t care.

fevereiro 2, 2010

bazinga

everything ends

janeiro 31, 2010

Hoje estou de luto. Terminei de assistir Six Feet Under em apenas um mês. Nunca tinha assistido uma série fora de época (encerrada) tão rápido. Eu realmente viciei nos Fisher, foi amor a primeiro piloto. Nunca tinha visto um series finale tão belo como foi dessa. Alan Ball sabe o que faz mesmo.

Comecei a ver no começo de janeiro, já tinha visto na Warner alguns soltos, mas lembro que era DUBLADO e nem me animei muito. Porém, o tema me interessou: é sobre uma família dona de funerária. Vi muita gente falando em dezembro/09 e resolvi puxar. Já no piloto, o patriarca da família Fisher, Nathaniel, morre. A partir disso, já é possível conhecer mais ou menos a personalidade de cada personagem (sim, no piloto). Dali para frente não tem como não se apegar, se identificar ou sofrer com eles.

Não pretendo falar da série em si, mas um pouco sobre o final. Só um pouco mesmo, porque ainda estou anestesiada. Achei de uma sensibilidade tão grande que chorei MUITO. Há muito tempo que não chorava de soluçar, de dar ânsia de vômito (quando choro muito me dá, fazer o quê?) vendo uma série ou filme. *A seguir vai ter spoiler leve, caso não tenha visto não continue.

Os episódios de SFU quase sempre começam com uma morte que logo é relacionada com a família Fisher, não só pelo fator “clientela”, mas a morte do começo faz sentido na reflexão de algum personagem. Apenas alguns episódios não começam com morte, mas tem explicação. A série é bem amarrada, redondinha. O final disso tudo é digno, fiel, triste, mórbido assim como todas as temporadas. A Claire indo para Nova York sem ter nada fixo me cortou o coração, me vi ali. E, durante, essa viagem com uma das músicas que o Ted havia gravado (mixtape é amor) vai mostrando como cada personagem da série morre. Assim como deve ser, ninguém fica para a semente e não tem final feliz. A vida é assim!

r.i.p.

O que faz você ficar extremamente emocionado é ver como cada um vai acabar, um por um.. com um certo sentimentalismo, mas sem ser barato. Se acompanhou cinco anos ou um mês, não importa, é cada personagem que você estava acostumado indo embora. Tem um fechamento de vida real. E isso dói!

As mortes que mais me emocionaram foram a da Ruth que vê os Nathaniel pai e filho na porta, e do David que vê o Keith jovem. Eu acredito que seria bacana na hora da morte enxergar a pessoa que você mais amou na sua vida, sabe? Alguém segurando na sua mão, ainda mais se for uma morte mais “leve” (digo, não num acidente de carro etc). A Claire, por exemplo, morreu com 102 anos na cama e cercada de fotos das pessoas importantes de sua vida. Uma morte leve. Não sei mais o que dizer, a morte em si deveria ser encarada de forma simples e pura.. mas ainda é difícil. Enfim, gostaria de falar mais coisas sem apelar para o clichê e é impossível.

Todos me avisaram que o final de SFU era muito emocionante, mas não achei que seria tanto. Parece exagero, mas foi como perder pessoas próximas.. acho que era o objetivo (caso não tenha sido, passou essa sensação). Acredito que vi tão rápido justamente por causa desse famoso final e olha, já sinto falta de todos.

Agora quero ver como será o encerramento de Lost. Essa sim vai mexer com muita gente.

100º de himym

janeiro 9, 2010

Depois de meses ausente, finalmente, voltei! E em outro pais, com um teclado sem acentos, e um fuso horario de 15 horas. Passei um mes sem internet em casa e mais umas semanas me atualizando nas series que acompanho. Nesse meio tempo, muita coisa aconteceu: a Nanda se juntou a Lets no blog (yay, seja bem-vinda migs!) e Dexter teve um final de temporada tao bombastico e chocante e impressionante que eu me recusei a escrever qualquer coisa aqui sem te-lo visto antes. Mas esse meu primeiro post pos-hiato nao sera sobre ele… Sera sobre o centesimo episodio de How I Met Your Mother.


A quarta temporada foi meio irregular, mas essa quinta tem melhorado um pouco (apesar do ultimo episodio exibido antes da pausa de fim de ano ter sido meio bobo).  A serie retorna na segunda-feira, dia 11, com um episodio especial e as criticas que eu li por ali dizem que este numero 100 retoma os melhores momentos e volta a focar na busca pela mae e na jornada do Ted. Para isso, varias participacoes especiais. Ted ira sair com um novo interesse amoroso, interpretado pela Rachel Bilson, e ela tem uma “maldicao”: todo mundo que sai com ela acaba pegando a colega de quarto dela. Sera que a roommate eh a mae? E Barney mais uma vez rouba o show com um numero musical sobre o seu amor por… ternos.

Outras participacoes especiais desta temporada: Amanda Peet e Carrie Underwood.

A Entertainment Weekly fez uma sessão de fotos com os atores de TBBT recriando cenas memoráveis de 2009.

Teve o Leonard de Susan Boyle:

Teve Raj e Penny de Kanye e Taylor Swift:


Teve Penny, Leonard e Sheldon de Crepúsculo:

E a melhor pra mim, sem dúvida. Penny, Sheldon e Howard de Jon e Kate se estapeando:

A cara do Howard como menino do microfone tá impagável.

Oi meninada purpurina. Tudo bem com vocês? Vim aqui compartilhar meu amor pela série que me deu coragem de admitir que amo musicais sem medo de parecer uma psicopata (uma vez uma colega disse que leu uma pesquisa que conectava assassinos em série com a preferência por filmes musicais e violentos, lembrou-se de mim e passou a meique me evitar – o que me fez lembrar daquele filme com a Kathleen Turner que ela mata uma mulher com um pernil assado enquanto passava Annie tocando Tomorrow na TV). Mas ok, I digress.

Ah, Glee. Canto e danço sozinha vendo, falo com a TV, fico de cara com a bruxa da Sue Sylvester (cheguei a ter tanta raiva que fico P da cara quando vejo a Jane Lynch de advogada no L Word ou de psicóloga infantil no Two And a Half Men). Ontem quando o Will deu aquele beijão na Emma enquanto rolava uma versão de Kelly Clarkson ao fundo até dei uma mini shoradynha porque né, it’s meant to be e dá pra ver.

Aliás, o que foi o 13º episódio? Ótimo “fim de temporada” pra novelinha, perceberam como tudo deu certo? Até o fato do Finn saber que o bebê da Quinn não é dele veio a calhar. Ela mostrou um certo sinal de amadurecimento não querendo nem ficar com o Puck e deixou o caminho aberto do Finn pra Rachel – aquela história que ele não quer ficar com nenhuma das duas pra mim foi dorzinha de cotovelo. Tipo se eu não posso ter, ninguém mais pode blá blá blá whiskas sachê, poupe-me Quinnie.

E a touquinha branca de bebê que o Kurt usou nas sectionals? FIERCE.

parece um bebê nhoc nhoc (via gleedaily.com)Parece um bebê, nhoc nhoc (via gleedaily.com)

Ah, o Kurt. Gente, amo esse menino. Sabiam que o ator que faz esse papel, Chris Colfer, nasceu em 1990? NOVENTA. Cinco anos mais novo que eu. Não costumava dar crédito pra pessoas nascidas depois de ’89, mas o Kurt mudou meu ponto de vista. O que é ele cantando Mr. Cellophane pra entrar no New Directions?! Tenho vontade de abraçar a TV naquela mexidinha do cabelo.

Falando nos atores, sabiam que o ator que faz o Artie é dançarino? Ou seja, ele não é paraplégico.

Safado!Safado!

E ele fez True Blood – era o assistente do cara da funerária que virou coroner do sheriff’s dpt. E ele fez parte de uma boy band. Não deve ter mais nenhum fato interessante na vida desse garoto porque né, pô, já fez de tudo.

E o Puck é cantor antes de ser ator. Ele tem uma banda e algumas composições próprias – ele até fez uma música sobre os técnicos, diretores e colegas de elenco que ficou uma gracinha.

O casting pra Glee foi feito de maneira diferente. Os produtores da série saíram por musicais da Broadway escolhendo atores novos que já tivessem treinamento vocal e de palco. Daí saíram a Jenna, Mr. Schue, Rachel e Kurt. Achei bacana pra um série cujo foco é esse mesmo, mais prático assim do que pegar meia dúzia de Zac Efrons e Vanessa Hudgenss e ainda ter que ensiná-los a cantar.

Tá, mais uma curiosidadch pra terminar. A Kristin Chenoweth tem treinamento lírico – a música Defying Gravity (minha preferida by far da trilha sonora) que a Rachel e o Kurt cantam no diva off pra ver quem fará o solo nas sectionals é do musical Wicked, que quem faz é a April Rhodes lokona de dogras. Atoron conexões.

Antes de tudo, vou avisar que teremos uma participante nova. A Dani logo volta, mas para o blog não ficar repetitivo a nossa migs Nanda entrará! Aliás, se alguém quiser mandar alguma resenha de série, fique à vontade, viu? Posto com créditos e tudo mais (mmechanel [@] gmail.com).

Agora vamos com meu Top 5 de aberturas de série:

1) Dexter

AMO essa abertura, acho tão bem feita! quando comecei a ver Dexter ficava com uma larica louca por causa do monte de comida e fritava ovo tips, meia noite! HAHA Teve uma vez que falei o quanto gostava dessa abertura no twitter, e a Rô atentou ao fato que o Dexter faz a barba, mas no final aparece com a dita cuja cerrada no rosto! haha oops! mas perdoamos, porque mesmo assim é foda!

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