Lost – series finale

maio 23, 2010

Pois é, amiguinhos.. amanhã acaba Lost. O blog também parou nesse período, mas vou tentar reativá-lo. Dani? Nanda? Enfim..

Olha, falar a real: achei essa última temporada fraca, se continuasse diria que foi a piorzinha. Acredito que todo mundo esperava muitas respostas etc e tal. Lógico que o tchan eles vão deixar para amanhã. Mas foram poucos episódios que eu falei “uau” e muitos que pensei “que merda”. E é triste isso, porque geralmente ficava super animada com Lost, né? Acabava um episódio e já queria outro.. nessa temporada só quando o Desmond aparecia era uma garantia que a coisa seria boa. Senti falta do Locke também. Mas chega de mimimi porque esse seriado estará no meu coração para sempre. Veja Promo trailer do 6×17/18:

buh-bye!

Ah, e logo True Blood volta aeeer (depois faço um post).

Anúncios

everything ends

janeiro 31, 2010

Hoje estou de luto. Terminei de assistir Six Feet Under em apenas um mês. Nunca tinha assistido uma série fora de época (encerrada) tão rápido. Eu realmente viciei nos Fisher, foi amor a primeiro piloto. Nunca tinha visto um series finale tão belo como foi dessa. Alan Ball sabe o que faz mesmo.

Comecei a ver no começo de janeiro, já tinha visto na Warner alguns soltos, mas lembro que era DUBLADO e nem me animei muito. Porém, o tema me interessou: é sobre uma família dona de funerária. Vi muita gente falando em dezembro/09 e resolvi puxar. Já no piloto, o patriarca da família Fisher, Nathaniel, morre. A partir disso, já é possível conhecer mais ou menos a personalidade de cada personagem (sim, no piloto). Dali para frente não tem como não se apegar, se identificar ou sofrer com eles.

Não pretendo falar da série em si, mas um pouco sobre o final. Só um pouco mesmo, porque ainda estou anestesiada. Achei de uma sensibilidade tão grande que chorei MUITO. Há muito tempo que não chorava de soluçar, de dar ânsia de vômito (quando choro muito me dá, fazer o quê?) vendo uma série ou filme. *A seguir vai ter spoiler leve, caso não tenha visto não continue.

Os episódios de SFU quase sempre começam com uma morte que logo é relacionada com a família Fisher, não só pelo fator “clientela”, mas a morte do começo faz sentido na reflexão de algum personagem. Apenas alguns episódios não começam com morte, mas tem explicação. A série é bem amarrada, redondinha. O final disso tudo é digno, fiel, triste, mórbido assim como todas as temporadas. A Claire indo para Nova York sem ter nada fixo me cortou o coração, me vi ali. E, durante, essa viagem com uma das músicas que o Ted havia gravado (mixtape é amor) vai mostrando como cada personagem da série morre. Assim como deve ser, ninguém fica para a semente e não tem final feliz. A vida é assim!

r.i.p.

O que faz você ficar extremamente emocionado é ver como cada um vai acabar, um por um.. com um certo sentimentalismo, mas sem ser barato. Se acompanhou cinco anos ou um mês, não importa, é cada personagem que você estava acostumado indo embora. Tem um fechamento de vida real. E isso dói!

As mortes que mais me emocionaram foram a da Ruth que vê os Nathaniel pai e filho na porta, e do David que vê o Keith jovem. Eu acredito que seria bacana na hora da morte enxergar a pessoa que você mais amou na sua vida, sabe? Alguém segurando na sua mão, ainda mais se for uma morte mais “leve” (digo, não num acidente de carro etc). A Claire, por exemplo, morreu com 102 anos na cama e cercada de fotos das pessoas importantes de sua vida. Uma morte leve. Não sei mais o que dizer, a morte em si deveria ser encarada de forma simples e pura.. mas ainda é difícil. Enfim, gostaria de falar mais coisas sem apelar para o clichê e é impossível.

Todos me avisaram que o final de SFU era muito emocionante, mas não achei que seria tanto. Parece exagero, mas foi como perder pessoas próximas.. acho que era o objetivo (caso não tenha sido, passou essa sensação). Acredito que vi tão rápido justamente por causa desse famoso final e olha, já sinto falta de todos.

Agora quero ver como será o encerramento de Lost. Essa sim vai mexer com muita gente.

categoria berger

outubro 1, 2009

Olha, nem posso falar que Sex and the City aqui jaz, porque volte e meia estão fazendo filme (vai ter o SatC 2, segura essa.. outro dia falo sobre isso). Darren Star & cia gostam de ouro, não são bestas. Enfim.

Na real, eu queria falar de um personagem do seriado. Jack Berger, o namorado mais bunda mole que Carrie Bradshaw teve em toda existência da série (6 anos). O rapaz foi realmente uma armadilha: bonitinho, bom papo, good kisser, jornalistinha (erm), parecia a cara metade da Carrie. Tudo estava muito legal até o bendito se transformar num exu caveira virado ao avesso dando pulo no mar pra Iemanjá!

oi, sou cuzão

oi, sou cuzão

A carreira dele ia de mal a pior, enquanto Carrie estava no auge. Machista desgraçado que era, se sentia diminuído com o sucesso da namorada, e resolveu picar a mula na calada da noite deixando apenas um post-it escrito I’m sorry / I can’t / Don’t hate.

É de quebrar as pernas, hein?

– I’m sorry (Desculpa ae) – Cara, depois de 15 anos todas as mulheres vão lembrar disso… Mágoa de caboclo elevada na 52256ª potência.

– I can’t (não posso) NÃO PODE O QUE, MOTHAFUCKA? Terminar feito homem?

– Don’t hate (Não me odeie) ????? Até Madre Teresa pularia de ódio ao ver um negócio desse, e Mahatma Gandhi falaria “Honre suas bolas, meu filho, isso sim é o caminho da felicidade, tiodd em nome dos homens com colhões”.

E é por conta desse babaca que inauguro formalmente (haha) a categoria Berger. Você, colega dona de casa moderna, coloque na situação que bem entender: homem mal resolvido, de rolo com ex, que não sabe o que quer, que não sabe brincar, que é viado enrustido, que não é engraçado etc, ou que é tudo isso junto e misturado (que bosta, hein? eu que digo i’m sorry haha), categoria Berger nele. Acho que não tem insulto melhor do que isso.

Dica da Márcia Goldschsajdhjsd: Prestem atenção no que vocês estão se metendo, pelamor. Até porque, mulher também é bicho burro e quando aparece Aidan dá pé bunda do coitado. Presta atenção! Jack Berger tá cheio por aí. Ew

you own private conchords

setembro 29, 2009

Eu vi num site e a Lê deu a dica de postar… Flight of the Conchords de montar!

kiwis de papel

kiwis de papel

É só baixar o arquivo disponível no site, recortar, colar e pronto: um Brett e um Jemaine exclusivos pra enfeitar sua casa.  O bonequinho do Jemaine vem até com amplificador pro baixo. Adorei a ideia, e achei uma gracinha mas… o Jemaine ficou com rosto de velho. E ele é muito mais bonito que isso!

uuuuuuuuuuuuuuh!

uuuuuuuuuuuuuuh!