everything ends

janeiro 31, 2010

Hoje estou de luto. Terminei de assistir Six Feet Under em apenas um mês. Nunca tinha assistido uma série fora de época (encerrada) tão rápido. Eu realmente viciei nos Fisher, foi amor a primeiro piloto. Nunca tinha visto um series finale tão belo como foi dessa. Alan Ball sabe o que faz mesmo.

Comecei a ver no começo de janeiro, já tinha visto na Warner alguns soltos, mas lembro que era DUBLADO e nem me animei muito. Porém, o tema me interessou: é sobre uma família dona de funerária. Vi muita gente falando em dezembro/09 e resolvi puxar. Já no piloto, o patriarca da família Fisher, Nathaniel, morre. A partir disso, já é possível conhecer mais ou menos a personalidade de cada personagem (sim, no piloto). Dali para frente não tem como não se apegar, se identificar ou sofrer com eles.

Não pretendo falar da série em si, mas um pouco sobre o final. Só um pouco mesmo, porque ainda estou anestesiada. Achei de uma sensibilidade tão grande que chorei MUITO. Há muito tempo que não chorava de soluçar, de dar ânsia de vômito (quando choro muito me dá, fazer o quê?) vendo uma série ou filme. *A seguir vai ter spoiler leve, caso não tenha visto não continue.

Os episódios de SFU quase sempre começam com uma morte que logo é relacionada com a família Fisher, não só pelo fator “clientela”, mas a morte do começo faz sentido na reflexão de algum personagem. Apenas alguns episódios não começam com morte, mas tem explicação. A série é bem amarrada, redondinha. O final disso tudo é digno, fiel, triste, mórbido assim como todas as temporadas. A Claire indo para Nova York sem ter nada fixo me cortou o coração, me vi ali. E, durante, essa viagem com uma das músicas que o Ted havia gravado (mixtape é amor) vai mostrando como cada personagem da série morre. Assim como deve ser, ninguém fica para a semente e não tem final feliz. A vida é assim!

r.i.p.

O que faz você ficar extremamente emocionado é ver como cada um vai acabar, um por um.. com um certo sentimentalismo, mas sem ser barato. Se acompanhou cinco anos ou um mês, não importa, é cada personagem que você estava acostumado indo embora. Tem um fechamento de vida real. E isso dói!

As mortes que mais me emocionaram foram a da Ruth que vê os Nathaniel pai e filho na porta, e do David que vê o Keith jovem. Eu acredito que seria bacana na hora da morte enxergar a pessoa que você mais amou na sua vida, sabe? Alguém segurando na sua mão, ainda mais se for uma morte mais “leve” (digo, não num acidente de carro etc). A Claire, por exemplo, morreu com 102 anos na cama e cercada de fotos das pessoas importantes de sua vida. Uma morte leve. Não sei mais o que dizer, a morte em si deveria ser encarada de forma simples e pura.. mas ainda é difícil. Enfim, gostaria de falar mais coisas sem apelar para o clichê e é impossível.

Todos me avisaram que o final de SFU era muito emocionante, mas não achei que seria tanto. Parece exagero, mas foi como perder pessoas próximas.. acho que era o objetivo (caso não tenha sido, passou essa sensação). Acredito que vi tão rápido justamente por causa desse famoso final e olha, já sinto falta de todos.

Agora quero ver como será o encerramento de Lost. Essa sim vai mexer com muita gente.

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Mas o blog morreu? socorro! Teve Globo de Ouro, SAG, estou terminado Six Feet Under, dei uma pausa em Mad Men, daqui três dias Lost volta com a última temporada. Altas emoções… NOT.

Eu não sei se compensa fazer um post sobre o Golden Globes porque já ficou velho. Porém, gostaria de postar a foto do meu, do nosso, MICHAEL C. HALL. Nosso querido ganhou o Golden Globe de melhor ator merecidamente. John Lithgow também levou. Fiquei emocionada com o discurso dele.. me partiu o coração vê-lo com aquela touquinha e a sobrancelha rala (para quem não sabe ele estava fazendo tratamento contra um linfoma). Mas sabemos que ele está de boa, está melhorando aos poucos, olha isso. no dramzzz!

no time for losers

athoron

Ps:- Michael C. Hall também levou no SAG (Screen Actors Guild Awards). You go, boy!

Créditos das fotos: JustJared e FuckYeahDex

100º de himym

janeiro 9, 2010

Depois de meses ausente, finalmente, voltei! E em outro pais, com um teclado sem acentos, e um fuso horario de 15 horas. Passei um mes sem internet em casa e mais umas semanas me atualizando nas series que acompanho. Nesse meio tempo, muita coisa aconteceu: a Nanda se juntou a Lets no blog (yay, seja bem-vinda migs!) e Dexter teve um final de temporada tao bombastico e chocante e impressionante que eu me recusei a escrever qualquer coisa aqui sem te-lo visto antes. Mas esse meu primeiro post pos-hiato nao sera sobre ele… Sera sobre o centesimo episodio de How I Met Your Mother.


A quarta temporada foi meio irregular, mas essa quinta tem melhorado um pouco (apesar do ultimo episodio exibido antes da pausa de fim de ano ter sido meio bobo).  A serie retorna na segunda-feira, dia 11, com um episodio especial e as criticas que eu li por ali dizem que este numero 100 retoma os melhores momentos e volta a focar na busca pela mae e na jornada do Ted. Para isso, varias participacoes especiais. Ted ira sair com um novo interesse amoroso, interpretado pela Rachel Bilson, e ela tem uma “maldicao”: todo mundo que sai com ela acaba pegando a colega de quarto dela. Sera que a roommate eh a mae? E Barney mais uma vez rouba o show com um numero musical sobre o seu amor por… ternos.

Outras participacoes especiais desta temporada: Amanda Peet e Carrie Underwood.